
O Legado de Soma Cruz: Aria e Dawn of Sorrow em Dose Dupla no Ação 2D
Fala, galera da Ação 2D! Preparem o coração e os dedos, porque hoje vamos falar de uma das conexões mais épicas da história dos portáteis. Se você é fã de um bom Metroidvania, sabe que a era GBA/DS foi o “suco” da Konami.
Estamos falando do arco de Soma Cruz: a dobradinha imbatível entre Castlevania: Aria of Sorrow (GBA) e sua sequência direta, Castlevania: Dawn of Sorrow (Nintendo DS).
Castlevania: O Legado de Soma Cruz – De Aria a Dawn of Sorrow
Quando a Konami lançou Aria of Sorrow em 2003, ela não estava apenas entregando mais um jogo; ela estava mudando o jogo. Saem os Belmonts tradicionais e entra Soma Cruz, um estudante no Japão de 2035 que descobre que tem uma conexão sinistra com o próprio Senhor das Trevas.

🌙 Aria of Sorrow (GBA): O Nascimento de uma Lenda
Lançado para o Game Boy Advance, Aria of Sorrow é frequentemente citado como um dos melhores jogos da biblioteca do portátil.
O Sistema de Almas (Tactical Soul)
A grande sacada aqui foi o sistema Tactical Soul. Em vez de apenas chicotadas, Soma absorve as almas dos inimigos mortos para ganhar seus poderes. Quer atirar fogo? Use a alma de um demônio. Quer voar? Alma de morcego. Isso trouxe uma camada de customização e grind viciante que elevou o fator replay ao infinito.
❄️ Dawn of Sorrow (Nintendo DS): A Evolução Natural
Em 2005, a história continuou no Nintendo DS com Dawn of Sorrow. O jogo pegou tudo o que funcionava no GBA e aplicou o “turbo” do novo hardware.
Gráficos e Som
A diferença visual é nítida. Com o poder do DS, os cenários ganharam profundidade e os sprites ficaram muito mais detalhados. A trilha sonora, um marco de qualquer Castlevania, brilha com a fidelidade sonora superior do cartucho de DS.
O Uso da Tela de Toque: Magic Seals
Aqui entra a polêmica: os Magic Seals. Para finalizar os chefões, você precisava desenhar selos mágicos na tela de toque do DS usando a Stylus. Se errasse o desenho, o chefe recuperava vida. Amado por uns e odiado por outros, foi a forma da Konami mostrar que estava usando as funções únicas do console.
🔗 As Conexões: Por que jogar os dois?
Jogar apenas um é como ler metade de um livro. A conexão entre os dois títulos é visceral:
- Narrativa Contínua: Dawn começa apenas um ano após os eventos de Aria. Você vê a evolução de Soma tentando negar seu destino enquanto novas seitas tentam ressuscitar o Drácula.
- Julius Belmont: O lendário caçador aparece em ambos, e a dinâmica entre ele e Soma é um dos pontos altos da lore moderna da série.
- Refinamento de Mecânicas: Se você gostou de colecionar almas no GBA, o DS introduziu a síntese de armas usando essas mesmas almas, tornando o sistema ainda mais profundo.
Veredito Ação 2D: Vale a pena em 2026?
Com certeza! Seja via cartucho original ou através da Castlevania Advance Collection, esses dois jogos são aulas de level design e atmosfera. Eles provam que Castlevania não precisa de um chicote para ser magistral, apenas de uma boa alma (ou várias).
E aí, qual o seu favorito? Os selos do DS te irritaram ou trouxeram um desafio extra? Comenta aí embaixo!


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